
Blog Remedin
Remedin: a nova geração da cachaça de Brasília
Uma capital que também destila história
Quando se fala em cachaça, o imaginário brasileiro viaja para Minas Gerais, para o interior de São Paulo ou para os engenhos do Nordeste. Brasília raramente aparece nesse mapa — e é justamente aí que mora a ousadia da Remedin. Nascida no Cerrado, na região de Sobradinho, a marca decidiu provar que o Planalto Central tem terroir, técnica e personalidade para entrar no seleto grupo das grandes cachaças do país.
Do quintal ao alambique de cobre
A história começa como tantas boas histórias brasileiras: uma receita de família, passada de mão em mão. “Cachaça boa não tem pressa”, é o lema que atravessa gerações. Da cana madura ao fogo no cobre, cada etapa foi sendo refinada até a Remedin se tornar uma das pioneiras da produção orgânica e agroecológica do Distrito Federal — certificada, premiada e sem atalhos.
A obsessão pelas madeiras brasileiras
O que realmente distingue a Remedin é a leitura inovadora do envelhecimento. Em vez de se limitar ao carvalho, a marca transformou as madeiras nativas em protagonistas. O jatobá-do-cerrado entrega corpo, chocolate-amargo e notas terrosas; a amburana perfuma com canela e baunilha; o jequitibá-rosa preserva a delicadeza da cana. É um portfólio que funciona como um mapa sensorial do bioma.
“Cada rótulo repousa em uma madeira diferente. É o Cerrado contado no copo”, resume a casa.
Reconhecimento que confirma o caminho
Não demorou para que o mérito viesse. A linha acumula prêmios relevantes — do Grande Ouro no Mió de Goiás ao reconhecimento da Cúpula da Cachaça entre as melhores do Brasil. A Jatobá-do-Cerrado foi eleita a melhor cachaça do Centro-Oeste, e a marca ainda lançou a primeira cachaça com perfil defumado do país, ampliando as fronteiras do que a categoria pode ser.
Tradição com sotaque contemporâneo
A Remedin não renega a raíz — ela a moderniza. A estética vintage das garrafas, com rótulos ornamentais em preto e ouro, convive com uma mentalidade de inovação constante: novos blends, processos experimentais e uma comunicação que aproxima a cachaça do universo da alta coquetelaria. É a tradição falando a língua de hoje.
O brinde ao futuro
Mais do que uma bebida, a Remedin propõe uma releitura do que significa beber cachaça brasileira. Ela carrega o orgulho de Brasília, a força do Cerrado e a paciência de quem entende que a boa cachaça se faz lote a lote. A nova geração da cachaça da capital chegou — e ela tem nome, sotaque e madeira própria.
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